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Câmara dos EUA aprova projeto que determina prisão de imigrantes suspeitos; medida deve ser a 1ª nova lei assinada por Trump

Atualizado: 29 de mai. de 2025

Sob a legislação, autoridades federais seriam obrigadas a deter qualquer imigrante preso ou apenas acusado de crimes como furto em lojas.





A Câmara dos EUA deu sua aprovação final nesta quarta-feira (22) a um projeto de lei que exige a detenção de imigrantes ilegais suspeitos ​​de roubo, além de crimes violentos.

Essa deve ser a primeira lei que o presidente Donald Trump irá assinar em sua nova gestão.


Sob a legislação, autoridades federais seriam obrigadas a deter qualquer imigrante preso ou apenas acusado de crimes como furto em lojas. O escopo da proposta foi ampliado no Senado para incluir também aqueles acusados ​​de agredir um policial ou crimes que ferem ou matam alguém.


A aprovação da Lei Laken Riley, que recebeu o nome de uma estudante de enfermagem da Geórgia que foi assassinada em 2024 por um venezuelano, mostra o quão bruscamente o debate político sobre imigração mudou para a direita após a vitória eleitoral de Trump.

A política de imigração tem sido frequentemente uma das questões mais debatidas no Congresso, mas 46 deputados democratas ​​se uniram aos republicanos para aprovar a proposta pelo placar de 263 votos a favor e 156 contra.


O projeto de lei exigiria um aumento considerável no orçamento do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, mas não inclui nenhum novo financiamento.


Ordens executivas


A aprovação dos legisladores ocorre no mesmo dia em que Trump assinou um ordem executiva com a intenção de fechar a fronteira do México para a imigração, com o objetivo final de deportar milhões de migrantes sem status legal permanente nos EUA.

Nesta quarta-feira, Trump também cancelou programas de acolhimento de refugiados, e seu governo sinalizou a intenção de processar autoridades locais que não aplicarem suas novas políticas de imigração.


Trump prometeu reprimir a imigração ilegal em sua campanha, alegando repetidamente que outros países estavam mandando criminosos para os EUA. Uma série de estudos de acadêmicos e "think tanks" mostraram que imigrantes não cometem crimes em uma taxa maior do que os americanos.


A aprovação da Lei Laken Riley, que recebeu o nome de uma estudante de enfermagem da Geórgia que foi assassinada em 2024 por um venezuelano, mostra o quão bruscamente o debate político sobre imigração mudou para a direita após a vitória eleitoral de Trump.

A política de imigração tem sido frequentemente uma das questões mais debatidas no Congresso, mas 46 deputados democratas ​​se uniram aos republicanos para aprovar a proposta pelo placar de 263 votos a favor e 156 contra.

O projeto de lei exigiria um aumento considerável no orçamento do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, mas não inclui nenhum novo financiamento.


Ordens executivas


A aprovação dos legisladores ocorre no mesmo dia em que Trump assinou um ordem executiva com a intenção de fechar a fronteira do México para a imigração, com o objetivo final de deportar milhões de migrantes sem status legal permanente nos EUA.


Nesta quarta-feira, Trump também cancelou programas de acolhimento de refugiados, e seu governo sinalizou a intenção de processar autoridades locais que não aplicarem suas novas políticas de imigração.


Trump prometeu reprimir a imigração ilegal em sua campanha, alegando repetidamente que outros países estavam mandando criminosos para os EUA. Uma série de estudos de acadêmicos e "think tanks" mostraram que imigrantes não cometem crimes em uma taxa maior do que os americanos.


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